O YouTube está pagando criadores para promover novos recursos no estilo Twitch

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O YouTube, que enfrenta crescentes pressões de plataformas concorrentes, está tentando ajudar os novos recursos de monetização a decolarem e está disposto a pagar aos criadores para promovê-los, segundo The Verge. De acordo com um relatório da Bloomberg, a plataforma de propriedade do Google está oferecendo aos criadores centenas de milhares de dólares se eles concordarem em usar novos recursos de doações e assinaturas pagas, introduzidas no início deste ano. A medida pode impedir que esses influenciadores deixem os sites de streaming concorrentes como o Twitch e plataformas de monetização como o Patreon.

O Super Chat, lançado em janeiro, permite que os espectadores “avisem” um criador do YouTube durante uma transmissão ao vivo e, como resultado, seus comentários permanecem na tela, com a duração determinada pelo tamanho da doação. É semelhante em termos de doações e “bits” no Twitch, que os espectadores podem conceder aos streamers além de uma taxa de assinatura mensal

Embora esse recurso permita que os criadores de conteúdo monetizem melhor suas transmissões ao vivo, ele não é muito popular entre todas as estrelas do YouTube. Trinta por cento de cada doação do Super Chat vai para o bolso do YouTube, o que significa que, para muitos criadores, a melhor maneira de monetizar na plataforma ainda é vender conteúdo patrocinado e depender de cortes de publicidade.

Para compensar isso, o YouTube está pagando esses mesmos influenciadores para promover esse recurso. Também está pagando aos criadores para promover seu novo serviço de assinatura de patrocínios mensais, que é semelhante ao serviço de assinatura de canal do Twitch e foi expandido para além dos canais de jogos em junho.

A empresa espera que, incentivando os criadores a usar esses novos recursos do estilo Twitch, ela pode mantê-los por mais tempo e gerar fluxos de receita mais confiáveis ​​para os YouTubers. Esses acordos não restringem os criadores de conteúdo ao YouTube, mas a Bloomberg informa que os termos exigem que os criadores publiquem conteúdo no YouTube antes de postarem em outras plataformas.

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